É um pouco amigo imaginário, meio monólogo, parte de um divã de um consultório psicológico, um pouco eu, um tanto outro eu, um talvez eu e um possível eu. São pensamentos impressos numa página virtual. Verdadeiros ou falsos? Nada disso. Criações de uma mente em constante funcionamento. E ponto.
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terça-feira, 23 de julho de 2013
sábado, 16 de fevereiro de 2013
. Tic-tac
Tic-tac. O tempo vai passando.
Tic-tac.
Tic-tac.
Eu vejo o meu antigo eu em cada atitude deles.
Entendo todos seus passos.
Então me divido em duas forças contrárias.
A razão dos homens ou a compreensão dos deuses?
Transitando pelos dois mundos fica muito fácil se perder.
Ah, a felicidade do saber.
Ah, a amargura do saber.
Uma vez conhecida não há volta.
Não existe saída de emergência, nem CTRL+Z.
Uma vez que você escolheu a verdade, esqueça, o seu mundo de mentira não vai mais voltar.
Tic-tac.
Tic-tac.
Eu vejo o meu antigo eu em cada atitude deles.
Entendo todos seus passos.
Então me divido em duas forças contrárias.
A razão dos homens ou a compreensão dos deuses?
Transitando pelos dois mundos fica muito fácil se perder.
Ah, a felicidade do saber.
Ah, a amargura do saber.
Uma vez conhecida não há volta.
Não existe saída de emergência, nem CTRL+Z.
Uma vez que você escolheu a verdade, esqueça, o seu mundo de mentira não vai mais voltar.
. thought
São muitos códigos.
São muitas informações.
E eu simplesmente não consigo decifrar todas elas.
Voltando ao estágio 1 da brincadeira. É sempre assim depois de um período de calmaria.
Elas me puxam, me arrastam, me carregam. Precisam me dizer que eu preciso me lembrar.
Precisam me dizer que eu tenho algo maior a fazer.
São muitas informações.
E eu simplesmente não consigo decifrar todas elas.
Voltando ao estágio 1 da brincadeira. É sempre assim depois de um período de calmaria.
Elas me puxam, me arrastam, me carregam. Precisam me dizer que eu preciso me lembrar.
Precisam me dizer que eu tenho algo maior a fazer.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
. Pequeno grande mundo
E no meio do caos mundano, das reclamações de vários, dos sentimentos de outros tantos mil,
das confusões e das vivências...
Eu sento e observo.
das confusões e das vivências...
Eu sento e observo.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
. Das dúvidas
Eu desempenho o meu papel.
Eles nem desconfiam da tempestade que reside aqui dentro.
Não sei até onde me entendem.
São dias de dúvidas, de vômitos necessários.
Perturbação silenciosa.
Batalha solitária.
As respostas fogem de mim.
Enquanto eles se detém das conquistas mundanas.
Eu me afasto desse carrossel.
Não me acho entre eles. Mas também não me acho em canto algum.
Eu desempenho meu papel.
Quando volto à mim, nado em um mar de dúvidas.
Da existência que se afoga em mim.
Não adianta fugir, embora quisesse.
Porque eu estarei sempre comigo.
Eternamente.
Eles nem desconfiam da tempestade que reside aqui dentro.
Não sei até onde me entendem.
São dias de dúvidas, de vômitos necessários.
Perturbação silenciosa.
Batalha solitária.
As respostas fogem de mim.
Enquanto eles se detém das conquistas mundanas.
Eu me afasto desse carrossel.
Não me acho entre eles. Mas também não me acho em canto algum.
Eu desempenho meu papel.
Quando volto à mim, nado em um mar de dúvidas.
Da existência que se afoga em mim.
Não adianta fugir, embora quisesse.
Porque eu estarei sempre comigo.
Eternamente.
. Do sentir
E será que de tanto equilibrar esqueci de sentir?
Se sinto o tempo todo, tão intensa e fortemente.
Por que não sinto quando mais preciso?
Para não sofrer de tanto sentir, precisei amornar o sentimento?
Mas eu sinto muito.
E então, não sinto absolutamente nada.
Se sinto o tempo todo, tão intensa e fortemente.
Por que não sinto quando mais preciso?
Para não sofrer de tanto sentir, precisei amornar o sentimento?
Mas eu sinto muito.
E então, não sinto absolutamente nada.
[...]
Frases soltas. Flashbacks. Uma memória que puxa a outra. Uma mensagem que linka à outra.
Caos. Uma linha se conecta à outra. De repente fica tudo turvo de novo. Quando parecia que o sentido finalmente se revelaria.
Quebra cabeças.
Peças que tento decifrar. Respostas que teimam em aparecer daqui a 10 anos.
Tudo igual. Essas porradas. Essas conexões.
Quando tudo parece clarear, vem a escuridão e apaga a luz.
Tudo bem, eu não tenho pressa.
Só tenho à minha ansiedade acalmar.
Caos. Uma linha se conecta à outra. De repente fica tudo turvo de novo. Quando parecia que o sentido finalmente se revelaria.
Quebra cabeças.
Peças que tento decifrar. Respostas que teimam em aparecer daqui a 10 anos.
Tudo igual. Essas porradas. Essas conexões.
Quando tudo parece clarear, vem a escuridão e apaga a luz.
Tudo bem, eu não tenho pressa.
Só tenho à minha ansiedade acalmar.
. Não escrevi
Das palavras não ditas.
Dos raciocínios incompletos.
Do silêncio.
Do desenvolvimento do pensamento.
Já fui melhor nisso.
Ainda me pergunto se é preguiça ou se estou tão dentro que escrever pode ter ficado inútil.
Não sei.
Sei o que desperdiço não escrevendo.
E aí o meu ego lamenta.
Mas, por enquanto, deixo caladas todas as palavras.
Dos raciocínios incompletos.
Do silêncio.
Do desenvolvimento do pensamento.
Já fui melhor nisso.
Ainda me pergunto se é preguiça ou se estou tão dentro que escrever pode ter ficado inútil.
Não sei.
Sei o que desperdiço não escrevendo.
E aí o meu ego lamenta.
Mas, por enquanto, deixo caladas todas as palavras.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
. thought
Eu me divirto, eu rio, eu vejo em brilho.
Tudo.
Eu sorrio com os seus galanteios de verão.
Mas eu continuo vendo as mesmas miragens.
Tá tudo no mesmo.
Mas tá tudo leve.
Bom é viver com essa leveza.
Tudo.
Eu sorrio com os seus galanteios de verão.
Mas eu continuo vendo as mesmas miragens.
Tá tudo no mesmo.
Mas tá tudo leve.
Bom é viver com essa leveza.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
domingo, 1 de julho de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
sábado, 9 de junho de 2012
. Vida de máscaras
Se você usa uma máscara por muito tempo, é possível que ela acabe virando você?
Como um ator que passa mais tempo encenando, as personalidades podem então se mesclar dando início à outro ser?
Tudo me leva à crer que sim, mas parece ser mais fácil quando não se tem idéia de que se usa uma.
Quando se tem certeza de que se veste com uma camuflagem, mesclar duas personalidades se torna extremamente complicado, pois já se fez a distinção entre a fantasia do ser e a realidade do mesmo.
Mas a máscara já não é a própria pessoa?
Que máscara não é usada? Qual delas se quer tanto ser e usar?
Talvez a maior dor seja em querer se tornar a máscara idealizada que teima em não encaixar perfeitamente.
Aquela que se quer muito ser mas que vive caindo quando mais se precisa.
Como um ator que passa mais tempo encenando, as personalidades podem então se mesclar dando início à outro ser?
Tudo me leva à crer que sim, mas parece ser mais fácil quando não se tem idéia de que se usa uma.
Quando se tem certeza de que se veste com uma camuflagem, mesclar duas personalidades se torna extremamente complicado, pois já se fez a distinção entre a fantasia do ser e a realidade do mesmo.
Mas a máscara já não é a própria pessoa?
Que máscara não é usada? Qual delas se quer tanto ser e usar?
Talvez a maior dor seja em querer se tornar a máscara idealizada que teima em não encaixar perfeitamente.
Aquela que se quer muito ser mas que vive caindo quando mais se precisa.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
. Tripla jornada
Acaba a jornada de trabalho, começa a do conhecimento.
Difícil é largar todos os saberes.
A noite ensina.
Fascinante, como sempre.
Difícil é largar todos os saberes.
A noite ensina.
Fascinante, como sempre.
terça-feira, 5 de junho de 2012
. Esse vento
Esse vento que carrega todas as folhas de papel
Que levanta as cortinas, que as puxa para fora da janela
Assim, descontroladamente
Esse vento que traz consigo as boas novas, a clarividência tanto buscada
Sua força desarruma meus cabelos, seu frescor entorpece minha mente
Vem com força, vem fazendo barulho, vem pela noite
Acima de tudo, vem sincero.
Esbarrando nos objetos, cria sua própria melodia
E eu aqui, a contemplar...
Com todos meus fios ao vento, minha pele arrepiada, minha alma leve
Esse vento que sussura nos meus ouvidos e me faz transcender
Esse vento de verão em um dia de outono
Esse vento
Eu gosto dele
Que levanta as cortinas, que as puxa para fora da janela
Assim, descontroladamente
Esse vento que traz consigo as boas novas, a clarividência tanto buscada
Sua força desarruma meus cabelos, seu frescor entorpece minha mente
Vem com força, vem fazendo barulho, vem pela noite
Acima de tudo, vem sincero.
Esbarrando nos objetos, cria sua própria melodia
E eu aqui, a contemplar...
Com todos meus fios ao vento, minha pele arrepiada, minha alma leve
Esse vento que sussura nos meus ouvidos e me faz transcender
Esse vento de verão em um dia de outono
Esse vento
Eu gosto dele
sexta-feira, 1 de junho de 2012
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